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Vendas do varejo recuam em fevereiro, aponta Mastercard

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Por Valor

SÃO PAULO - As vendas do varejo brasileiro registraram queda de 2,3% em fevereiro, na comparação com o mesmo período do ano passado, de acordo com o indicador SpendingPulse, da Mastercard Advisors. O índice não leva em conta as vendas de automóveis e materiais de construção.

Apesar do recuo, a empresa considera que há sinais positivos no setor. Um deles é a diminuição da queda no acumulado em três meses. As vendas recuaram 2,8% de dezembro a fevereiro, ante o mesmo período do ano anterior. Nos três eses até janeiro, o recuo foi de 3,3%, enquanto no último trimestre de 2016, a queda foi de 4,6% ante o mesmo período em 2015.

Outro sinal positivo apontado pela empresa é o aumento de 26,7% no e-commerce, a maior alta neste segmento desde fevereiro de 2014. Foi o o oitavo mês consecutivo de ganhos no setor.

“Embora as vendas totais do varejo continuem a cair, há alguns sinais de melhora desde o início do ano. A confiança do consumidor apresentou um crescimento sutil e indica melhoras graduais do setor”, diz relatório da Mastercard.

Sobre o desempenho das regiões brasileiras, o Sudeste teve desempenho acima da média nas vendas do varejo, com alta de 1,3%. As regiões Norte (–3,3%), Nordeste (–4,0%), Sul (–4,5%) e Centro-Oeste (-3,3%) ficaram abaixo do registrado pelo varejo, na comparação com o mesmo período do ano anterior.

Em fevereiro, cinco setores tiveram desempenho acima da média nas vendas totais: supermercados, produtos farmacêuticos, materiais de construção, combustíveis e artigos de uso pessoal e doméstico. Por outro lado, móveis e eletrônicos, vestuário e também restaurantes, o mais recente setor incluso no indicador, ficaram atrás das vendas totais.

Entre os setores de vendas online, eletrônicos e móveis tiveram forte desempenho, enquanto vestuário, hobbies & livraria e produtos farmacêuticos ficaram abaixo do crescimento do e-commerce.